CAT reúne produtores que vão participar do projeto Gente que Produz e Preserva

Com objetivo de apresentar as possibilidades de melhorias na gestão da propriedade e de uma produção mais sustentável, o CAT – Clube Amigos da Terra, reuniu na quinta-feira, dia 05, no auditório do Hotel Ana Dália, os produtores que se inscreveram no Projeto Gente que Produz e Preserva para receber as primeiras orientações.Com objetivo de apresentar as possibilidades de melhorias na gestão da propriedade e de uma produção mais sustentável, o CAT – Clube Amigos da Terra, reuniu na quinta-feira, dia 05, no auditório do Hotel Ana Dália, os produtores que se inscreveram no Projeto Gente que Produz e Preserva para receber as primeiras orientações.

A apresentação foi feita pelo analista de políticas e economia agropecuária do ICV – Instituto Centro Vida de Cuiabá, Francisco Beduschi Neto. “A ideia é esclarecer aos produtores que hoje a gente tem caminhos pra conciliar a preservação ambiental e a produção. E o que a gente pretende é testar e verificar a viabilidade disso tudo junto com eles.

Silvane Gazola, é uma das produtoras inscritas no projeto que acredita que é possível alcançar essa excelência para conseguir a certificação. “Eu acho que é uma tendência a nível mundial, que te dá suporte principalmente no âmbito social e ambiental, que é o que pesa bastante para os agricultores.

O produtor Luis Carlos Scapuncin já está há algum tempo buscando melhorar a gestão da sua propriedade com uma produção mais sustentável, e acredita que todas as forças que vierem pra ajudar são bem vindas. “Isso nos incentiva a continuar, porque é um processo continuo. Não tem fim e está em constante aperfeiçoamento. Produzir com sustentabilidade é uma realidade possível de ser alcançada em todo país. Só depende, primeiramente, da consciência individual, e depois coletivamente.

Ainda segundo o analista Francisco Beduschi Neto, tornar a produção de soja sustentável vai ser mais fácil do que o produtor pensa. “O produtor é a favor da preservação. Até porque, o meio onde ele trabalha, a terra, é o maior patrimônio que ele tem Então por definição ele é um preservacionista. O que acontece é que as vezes ele não esta fazendo o que tem que ser feito por desconhecimento, ou por receio. E nós, através desses que já estão engajados no processo, queremos conquistar cada vez mais produtores e ganhar escala nisso.

O projeto já está em andamento. As propriedades pilotos já forma definidas e de acordo com a analista de conservação da WWF Brasil, Cynthia Moleta Cominesi, o encontro também serviu para orientar quais serão os próximos passos. “Agora vamos dar inicio ao trabalho dentro das propriedades fazendo um diagnóstico para saber como está a parte da gestão, a questão ambiental, a questão trabalhista, e ai sim, elaborar um plano de trabalho em conjunto com o produtor, para fazer a implementação da melhorias na fazenda.”

Junior citou também a entrevista que saiu recentemente na revista Veja com a presidente da WWF, e disse que até mesmo as ONG’s que até pouco tempo criticavam demasiadamente o produtor, estão ajudando a classe a melhorar a propriedade e torná-la mais sustentável. “Esse espaço para diálogo, para a conversa, vai nos trazer ainda mais conhecimento. E logo logo todo mundo vai passara a ver o produtor com bons olhos.

O projeto Gente que Produz e Preserva será realizado até 2016 com o apoio do CAT – Clube Amigos da Terra, Instituto Centro de Vida, Bel, WWF, Solidariedad e IDH.

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