CAT Sorriso premia alunos e entrega lixeiras de coleta seletiva do projeto “Dando Vida à Horta”, desenvolvida com alunos da escola Ivete

Alunas que escolheram o nome e a logo do projeto foram premiadas.

O consultor do SEBRAE/MT em Agroecologia, Glaucinei Brissow Realto esteve mais uma vez palestrando junto aos alunos dos 4°, 5° e 6° anos da Escola Municipal Ivete Lourdes Arenhardt. Através do personagem ‘Nene’, Glaucinei leva temas importantes às crianças e jovens, como a preservação ambiental, e aproveitamento de resíduos para produção de adubo no projeto de Agroecologia – “Dando Vida à Horta” desenvolvido pelo CAT Sorriso, em parceria com a Prefeitura. O nome do projeto foi escolhido pela aluna Isabella Apio Padilha, que recebeu uma premiação e a aluna Nicolly Ferreira dos Santos também foi premiada pelo melhor desenho, que deu origem à logo.

Além das palestras, o momento foi marcado também pela entrega de lixeiras para os alunos praticarem na escola a coleta seletiva, “Estamos mostrando que eles podem separar os materiais recicláveis: (papel, plástico, vidro e metal) e os resíduos orgânicos, como: (cascas de frutas, legumes, folhas), estes últimos podem se transformar em adubo, que será utilizado na horta, contribuindo para a produção de verduras e frutas no próprio quintal de casa.

Esta já é a segunda etapa do projeto, que começou no ano passado, com a entrega de duas composteiras. Glaucinei falou como está o desenvolvimento do projeto de compostagem. “No ano passado já foram implantadas duas composteiras, que já estão em funcionamento. Esse ano está sendo entregue um conjunto de lixeiras para que os alunos comecem a aprender essa questão de separação do lixo, o que pode ser usado na compostagem e o que não pode. Na escola vem sendo mantida uma horta há algum tempo e agora a gente vai entrar com esse caráter de aproveitamento do que tem aqui como (folhas, restos de frutas e verduras) para produzir o adubo e gerar mais produção para essas crianças. É uma forma também de dar destino ao material que teria que ser coletado pelo caminhão de lixo””.

Glaucinei ressalta que a escola ainda não chegou a fazer uso do adubo produzido pelas composteiras, porque ainda não se completou o ciclo, mas o objetivo principal é ensinar os alunos como montar uma composteira, e quais os resíduos que podem ser utilizados “Ela vai crescendo, à medida que vai entrando produtos e com o tempo ela vai baixando. No caso a daqui é de aproximadamente 1000 litros, então ela tem uma durabilidade que a gente consegue trabalhar bastante tempo. Mas em torno de 60 dias ele já está pronto para ser utilizado, é um processo continuo”.

A ideia é que os alunos sejam disseminadores dessas informações “Que eles levem essas informações para casa, para ser implantado lá também, e principalmente reutilizar, fazer uso dos restos de toda parte orgânica, diminuindo a questão da coleta de lixo. Eles começam a conhecer, independente se ainda não é feita a coleta seletiva no município, mas quando isso vier a acontecer, eles já serão cidadãos treinados para fazer isso”.

O técnico disse que pretende conclamar também a comunidade escolar e os pais para receberem também essas informações sobre a compostagem. “Quando o projeto estiver mais avançado aí vamos fazer uma reunião de pais e apresentar a eles o que foi passado para os alunos, para haver uma interação lá em casa. Praticamente todos têm a capacidade de fazer a composteira em casa, porque no quintal tem árvores, tem grama, tem galhos, as folhas, os restos da cozinha e tudo isso pode ser utilizado. A composteira pode ser feita a partir de tambores ou caixas d’água, o importante é que tenha circulação de ar, não pode ser isolado, ela tem que segurar também a umidade e não pode acumular água dentro, que prejudica a compostagem”.

A coordenadora da Escola Ivete, Rosimeire Torres ressaltou a importância do desenvolvimento do projeto com os alunos. “Esse projeto ‘Dando Vida a Horta’ serve para conscientizar os alunos sobre a questão do meio ambiente e como as crianças podem fazer para aproveitar os materiais que são descartados, na produção da horta. Hoje recebemos 4 lixeiras para a coleta seletiva, ensinando as crianças a fazerem isso também em casa, separar o lixo seco, do lixo molhado e do orgânico.

Para Zenaide Wanderley, professora de ciências, o projeto contribui muito com as suas aulas. “Para mim, como professora de ciências, a horta é um recurso pedagógico e trabalhar a sensibilização das crianças para o uso desse material que está tão próximo deles, que é o resíduo orgânico, cascas de frutas, legumes e verduras e folhas. Elas podem fazer isso em casa também. Trabalhar isso em sala de aula na teoria e aí vamos para a horta trabalhar na prática.

O Projeto “Dando Vida à Horta” surgiu través do projeto “Agroecologia”, que é desenvolvido pelo Clube Amigos da Terra, em parceria com a Prefeitura Municipal e com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE-MT). E conta com o apoio da WWF Brasil.

Quer saber mais sobre o projeto Agroecologia? Então procure o Clube Amigos da Terra, que funciona em sala anexa ao Sindicato Rural de Sorriso. Informações:(66) 3544-3379. Visite também o nosso site www.catsorriso.com.br.Texto: Assessoria de Comunicação CAT Sorriso

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